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Archive for the ‘Poesia’ Category

Poesia



Pedira licença ao passado e reverenciara os anos e os encontros. A euforia ausente dava conta da poesia desnuda, disso belo que o tempo fazia encher apenas os olhos.

Laurita

Ménina, ménina.

Não consigo ser direto…
Tenho que tabelar meus olhos
(aqui)
Antes de dizer o cambio.
Pré-ciso escrever algo que nos co-mova.
Co mo va mos ter sen ti dos juntos?
Responde tu.
Áurea óleo, finos olhos.
Olho d’água,
Não toque!,
Nunca
Vista.
Mais viva que água salgada
Viva!
Rosto rachado,
Ser tão ardente,
Mar… Cada Sol
Vente.
A sopre…
Como
Devo cantar,
Assoviar nossos acentos.
Me nina,
Ou Mé…
Deite comigo.
Quero morder a finitude deste segundo.
Re-esquecer de lembrar
Que a distancia cria…
Ser lindo!
Perfeito!
Posso tocar?

(Rafael Garcia Vasconcelos)

 

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